Tenho sonhado muito com... deixa eu ver como é que eu vou dizer... com a minha filha? Bom, é que eu, ultimamente, sempre que sonho com o nascimento desses pequenos, sonho com um só, nunca cheguei a sonhar com os dois juntos... e é sempre com uma menininha! O que será que  isso quer dizer? Que em cada sonho é uma e serão duas menininhas? Que é sempre a mesma, falta sonhar com o outro bebê, e será um casal? Ou que a minha intuição tá totalmente manca e serão dois meninões?

Ainda bem que a curiosidade só matou mesmo o gato...

 

Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

Eu apenas queria que você soubesse 
Que aquela alegria ainda está comigo 
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé
Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas...

Sempre gostei muito dessa música do Gonzaguinha, grande poeta Gonzaguinha... mas hoje demanhã eu a ouvi no rádio e foi como se de repente ela tivesse adquirido todo um novo significado pra mim. De repente, eu compreendi a música.

É louco esse fenômeno que acontece com a gente no contato com uma obra de arte: vc pode passar por ela inúmeras vezes sem se dar conta, e um belo dia, PIMBA! O milagre acontece... a poesia chega até você. Te toca verdadeiramente. Porque é naquele momento que você está pronto para recebê-la. Nem antes nem depois, mas exatamente naquele momento...

Ter ouvido essa música hoje me fez ver muitas coisas que já estavam acontecendo comigo e eu ainda não havia 'internalizado'. Me fez ver que deixo, cada vez mais, a menina que fui para trás e abro os braços para a mulher em que estou me tornando. E que, abrindo generosamente os braços para essa mulher, preservo amorosamente aqui dentro o espaço para a menina que nunca vou deixar de ser. Que não quero e não posso deixar de ser.

Me fez ver que nada supera a compreensão de nós mesmos que vamos adquirindo a cada experiência vivida, a cada tropeço, a cada lágrima, a cada descoberta, a cada paixão... que por mais que o que deixamos pra trás a cada momento, porque olhar para a frente é um imperativo que a vida nos traz, nos faça ter vontade de parar o tempo, a maravilha de seguir em frente, de desvendar mistérios, de caminhar adiante com uma bagagem cada vez mais intensa - embora não necessariamente mais pesada, paradoxalmente - dá à vida as cores fantásticas que ela tem. E que só quem compreende a inevitabilidade de parar o tempo consegue enxergar plenamente...

Enfim, o passado é apenas isso: passado. Algo que já passou. As boas lembranças, claro, carregamos conosco. E algumas más também. A gente aprende com elas, melhora com elas, amadurece com elas. Mas elas nunca serão mais do que isso: lembranças. E ninguém vive de lembranças. A gente vive mesmo é de contato, de pele, de olho no olho, de cheiro, de gosto. De calor. A gente vive mesmo é do aqui e agora...

ODEIO...

Acordar cedo. Frio. Hipocrisia. Burrice. Pagode. Ignorância. Americanos e americanismos. A Sandy. Ficar longe de quem eu amo. Hospital. Tomar remédio. Barata. Fila. Ser esquecida. Falsidade. Suco de beterraba. Ser ignorada. Esperar. Me decepcionar. Ser enganada. Injustiça. Kiwi. Falta de romantismo. Fumaça de cigarro. Egoísmo. Própolis. Céu cinzento. A dor da perda. Ser magoada. Magoar. Rotina. Sapato de salto fino. Roupa agarrada. Vulgaridade. Burocracia. Arrogância. Traição. Sentir sono e não poder dormir. Paulo Coelho. Falta de respeito. Violência. Morango. Brigar. Gente que fuma em ambientes fechados. Mariposa. Grão de bico. Bundalização. Ir ao banco. Ônibus cheio. Minha insegurança. Perder o controle e dizer o que não devo. A perfeição. Grosseria. O tédio. A mesmice. Gente que bate em criança. Guerra. Marrom. Ser subestimada. Preconceito. Gente que acha que tem o rei na barriga. Machismo. Cheiro de jaca. Ir à feira. Pedantismo. Médicos insensíveis a seus pacientes. Turistas profissionais, daqueles que batem foto de tudo e não vêem nada. Gente folgada. Ficar negativo no banco. Que me obriguem a me 'enquadrar'. Ter que ser política. Fazer o que não me dá tesão. Não poder fazer o que me dá tesão. Fazer qualquer coisa por conveniência. Trânsito. Stress. Poluição. Gente que não sabe cuidar da cidade em que vive. Aproveitadores. Psicologismos. Passar mal. Ter que falar baixo. Repressão de qualquer espécie. Autoritarismo. A paralisia do medo. Inércia. Gente sem competência pra fazer o trabalho que faz, e fazendo. Passar aspirador. Que as pessoas estejam a serviço da tecnologia e não o contrário. Ficar sem luz. Culpa. A sacralização do sofrimento. Pressa. Touradas. Maus tratos a animais. Ter que ficar tirando espinha pra comer peixe. Não me sentir em segurança na minha cidade. Desperdiçar um minutinho que seja dessa vida maluca...

AMO...

O Rê. A vida. O sol. Meus filhos. Minha família. Meus amigos. Atuar. Cinema. Vento no rosto. Liberdade. Ficar de bobeira. Dormir. Conversar. Uma boa polêmica. São Paulo. Comida japonesa. Vinícius de Moraes. Ler. Rir. Teatro. Cantar. Som de cachoeira. Ar puro. Minha mãe, amiga e companheira, pau pra toda obra. Amar e ser amada. Clarice Lispector. Estudar. Aprender. Viajar. Conhecer pessoas e lugares diferentes. Chocolate. Museus. Mudar de visual. Nelson Rodrigues. Calor. Autoconhecimento. Crianças. A madrugada. Música. Buenos Aires. Tranquilidade. Aproveitar cada momento da vida. Dizer o que penso. Companheirismo. Pizza. Meu irmão, companheiro longe ou perto. Autenticidade. Sair sem rumo. Ver o pôr do sol. Solidariedade. Lygia Fagundes Telles. Bibliotecas. Acreditar. A sensação da descoberta. Estar grávida. Inocência. Ensinar. Aprender. Juliette Binoche. Som de flauta. Ir a um bom show, pular e cantar junto. Me desligar. Desabafar. Aconchego. Ter fé. Carinho. Andar pela Paulista. Cinema sessão da tarde. Estar sozinha. Caetano Veloso. Criar. Ter esperança. Estar bem acompanhada. Didica, irmã do coração. Madrid. Minhas lembranças. Roupas confortáveis. Ser diferente. Ser eu mesma. Elogios. Escrever. Rio de Janeiro. O inexplicável. Amarelo. A língua espanhola. Ser fotografada. Gabriel García Marquez. Comemorar meu aniversário. Pesquisar sobre coisas que me interessam. Comer. Dançar. Estar completa. Fá, Dani, Rafa, família do coração. Misticismo. Buscar o que me complete. Olhar nos olhos. Rir e chorar junto. Me emocionar. Ficar agarradinha debaixo do edredon em dias de chuva e frio. Ver o tempo passar. Estudar idiomas. Filosofar. Sonhar. Realizar meus sonhos. Cachorros. Idealismo. Mudar de idéia. Ser louca. Bergman. Arriscar. Meus livros e CDs. Fernando Pessoa. Astrologia. Ser o centro das atenções. Minhas experiências de vida. O Brasil, apesar dos pesares. Todos que já passaram pela minha vida e fizeram a diferença. Todos com quem eu já me abri. Discutir sobre cultura. Lisboa. Minha avó, e a presença dela ainda que não física. Walter Salles. Minha infância. Ser leonina. Meus valores. Defender o que acredito. Oswaldo Montenegro. Sorvete. Meu barrigão. Minha ascendência indígena. Aninha, cunhada preferida. Minha casa. Questionar. O mar. A amplidão. O horizonte. Patrícia Melo. Me expressar. Não ter medo. Ter medo e superar. Nossa vida a dois. Nossa futura vida a quatro. Verão. Robin Willians. Fazer planos. Gente inteligente. Descobrir novos interesses. Abrir o coração. Animais. Poder ser frágil. Poder ser forte. Poder ser o que quiser. O sorriso do meu amor. Seus braços. O som de sua voz. Dormir sentindo o seu corpo junto ao meu. Nossa história de amor. Abraço apertado. Estar apaixonada. Banho gelado no calor. Fernanda Montenegro. Preservar meu lado criança. Me sentir bonita. Gritar. Silêncio. Santos (a cidade). Tudo o que já sonhei e tudo o que ainda vou sonhar. Doces. Viver intensamente. Cheiro da chuva. Surpreender. Ser surpreendida. Cada minuto dessa vida maluca...


Gente, hoje vai ser um post meio rapidinho pq já é tardinho e eu tô mais é a fim de curtir o meu maridinho, que tá abandonadinho lá na sala sozinho... ô, judiação!! Tô indo, amor!! Guenta aí um pouquinho...

Só queria comentar sobre a oportunidade única de ter ido ao GAMA - Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (http://www.gama.com.br) participar de um bate-papo com o Dr. Ricardo Herbert Jones, obstetra homeopata humanizado de Porto Alegre. Tivemos a chance rara de debater um assunto ainda muuuito polêmico: o parto domiciliar. De minha parte, a conversa só reforçou a crença de que é a melhor forma de trazer uma criança (ou duas, no meu caso! ) ao mundo. Em um ambiente conhecido, em meio a pessoas amadas, em um clima de confiança, segurança, intimidade... muito melhor que estar em um hospital, cercada de pessoas, sons, cheiros e procedimentos desconhecidos. Claro que há situações para as quais o parto hospitalar é a melhor solução. Mas isso é para aquelas situações que apresentam complicações que fogem ao desenvolvimento normal de uma gestação e de um parto. Senão, se tudo esta bem, não vejo porque!

Bom, em uma outra ocasião eu escrevo mais sobre o assunto, que daria muuuito pano pra manga... por hoje vou parando por aqui!! Amorzinho, guenta aí que eu tô indo... a noite é uma criança!!

O selo 'Palavra Cantada' tá sendo presença constante no CD player aqui de casa... tenho ouvido o  tempo todo, de cima pra baixo, de trás pra diante... então resolvi fazer disso algo útil e recomendar o link aqui no blog pra quem não conhece e quiser conhecer, ou pra quem conhece e há muito tempo não ouve, ou pra quem já tá cheio de conhecer, mas sempre dá um jeitinho de ouvir de novo... aí vai o link pro site do grupo:http://www.palavracantada.com.br

Pra quem nunca ouviu falar, o 'Palavra Cantada' é um grupo que faz música para o público infanto-juvenil de uma forma pra lá de criativa. Sempre achei que oferecer cultura para as crianças é um imperativo desde o berço. Mas sempre achei também, e com a mesma intensidade, que essa oferta devia ser de qualidade, um tipo de trabalho que não tratasse a criança como incapaz, mas que estimulasse seu desenvolvimento como ser pensante, que desenvolvesse sua criatividade e percepção para a cultura de qualidade. Bom, nem preciso dizer que oferta cultural desse tipo tá difícil de encontrar, né? O teatro infantil, salvo raras exceções, é pobre e redutor, tratando as crianças de forma tristemente redutora. Na literatura, procurando bem, já dá pra achar mais obras que têm muito a oferecer às crianças. Já na música, o 'Palavra Cantada' é o oásis por excelência... bom, isso é a minha opinião! Ah, e a indicação não é só pra quem tem filhos pequenos, não... vale tb para as 'crianças grandes' de plantão... eu sou uma delas, assumidamente! Confesso que já ouvia os CDs do grupo muito antes de sequer pensar em engravidar...

Tanto as letras quanto as melodias são extremamente bem construídas, inteligentes, educativas sem ser pesadamente didáticas... bom, ao invés de eu ficar aqui com esse blá blá blá todo, é melhor vcs correrem lá no site do grupo pra escutar e dar suas próprias opiniões! Acho que vão se apaixonar...

Esse CD aí de cima, "Canções Curiosas", é o meu preferido. Tem letras e melodias de fazer babar... é o que eu mais escuto atualmente. Bom, depois que os nenéns nascerem, acho que o hit parade aqui em casa vai passar a ser "Canções de Ninar", "Meu Neném", e coisas desse estilo mais tranquilo... pra ver se me poupa algumas horas de sono! Música para acalmar as ferinhas...

"Pedro, meu filho...

Como eu nunca lutei para deixar-te nada além do amanhã indispensável: um quintal de terra verde onde corra, quem sabe, um córrego pensativo; e nessa terra, um teto simples onde possas ocultar a terrível herança que te deixou teu pai apaixonado - a insensatez de um coração constantemente apaixonado.
E porque te fiz com o meu sêmen homem entre os homens, e te quisera para sempre escravo do dever de zelar por esse alqueire, não porque seja meu, mas porque foi plantado com os frutos da minha mais dolorosa poesia.
Da mesma forma que eu, muitas noite, me debrucei sobre o teu berço e verti sobre teu pequenino corpo adormecido as minhas mais indefesas lágrimas de amor, e pedi a todas as divindades que cravassem na minha carne as farpas feitas para a tua.
E porque vivemos tanto tempo juntos e tanto tempo separados, e o que o convívio criou nunca a ausência pôde destruir.
Assim como eu creio em ti porque nasceste do amor e cresceste no âmago de mim como uma árvore dentro de outra, e te alimentaste de minhas vísceras, e ao te fazeres homem rompeste meu alburno e estiraste os braços para um futuro em que acreditei acima de tudo.
E sendo que reconheço nos teus pés os pés do menino que eu fui um dia, em frente ao mar; e na aspereza de tuas plantas as grandes pedras que grimpei e os altos troncos que subi; em tuas palmas as queimaduras do Infinito que procurei como um louco tocar.
Porque tua barba vem da minha barba, e o teu sexo do meu sexo, e há em ti a semente da morte criada por minha vida.
E minha vida, mais que ser um templo, é uma caverna interminável, em cujo recesso esconde-se um tesouro que me foi legado por meu pai, mas cujo esconderijo eu nunca encontrei, e cuja descoberta ora te peço.
Como as amplas estradas da mocidade se transformaram nestas estreitas veredas da madureza, e o Sol que se põe atrás de mim alonga a minha sombra como uma seta em direção ao tenebroso Norte.
E a Morte me espera em algum lugar oculta, e eu não quero ter medo de ir ao seu inesperado encontro.
Por isso que eu chorei tantas lágrimas para que não precisasse chorar, sem saber que criava um mar de pranto em cujos vórtices te haverias também de perder.
E amordacei minha boca para que não gritasses e ceguei meus olhos para que não visses; e quanto mais amordaçado, mais gritavas; e quanto mais cego, mais vias.
Porque a poesia foi para mim uma mulher cruel em cujos braços me abandonei sem remissão, sem sequer pedir perdão a todas as mulheres que por ela abandonei.
E assim como sei que toda a minha vida foi uma luta para que ninguém tivesse mais que lutar:
Assim é o canto que te quero cantar, Pedro meu filho..."

O Filho Que Eu Quero Ter

"É comum a gente sonhar, eu sei
Quando vem o entardecer
Pois eu também dei de sonhar
Um sonho lindo de morrer

Vejo um berço e nele eu me debruçar
Com o pranto a me correr
E assim, chorando, acalentar
O filho que eu quero ter

Dorme, meu pequenininho
Dorme que a noite já vem
Teu pai está muito sozinho
De tanto amor que ele tem

De repente o vejo se transformar
Num menino igual a mim
Que vem correndo me beijar
Quando eu chegar lá de onde vim

Um menino sempre a me perguntar
Um porquê que não tem fim
Um filho a quem só queira bem
E a quem só diga que sim

Dorme, menino levado
Dorme que a vida já vem
Teu pai está muito cansado
De tanta dor que ele tem

Quando a vida enfim me quiser levar
Pelo tanto que me deu
Sentir-lhe a barba me roçar
No derradeiro beijo seu

E ao sentir também sua mão vedar
Meu olhar dos olhos seus
Ouvir-lhe a voz a me embalar
Num acalanto de adeus

Dorme, meu pai, sem cuidado
Dorme que ao entardecer
Teu filho sonha acordado
Com o filho que ele quer ter"

Bom, dispensa comentários, né? Fiz minhas as palavras do nosso poetinha pra dedicar esse poema e essa canção a essas duas criaturinhas que estão crescendo dentro de mim e que já amamos de uma forma inexplicável e indescritível. Essas criaturinhas que nasceram do maior amor que jamais imaginei encontrar, e que virão ao mundo para encher as nossas vidas de luz, som e fúria...

Bom, pessoal, como estou começando com esse blog, (paciência, pessoal, ainda tenho muito o que aprender...) achei que seria legal falar um pouco de mim e dos temas que vão aparecer por aqui. Então vamos lá:

Tenho 26 anos, e tenho milhares de atividades paralelas: sou atriz, cantora ocasional, professora e tradutora de espanhol, estudante de letras, gestante sensibilizada e enlouquecida... (esta última atividade é a que vem me tomando mais tempo ultimamente!)

Estou na 15a semana de gestação, esperando gêmeos! Foi uma gravidez muito planejada e esperada por mim e pelo Re, meu amor, amante, marido, namorado, amigo e companheiro... uma pessoa maravilhosa, que eu amo, respeito, admiro e agradeço por estar ao meu lado e pela nossa vida juntos (não deu pra evitar a declaraçãozinha básica... coisa de gente apaixonada!) 

 Estamos curtindo demais esse momento, ele com uma dose extra de paciência e carinho (que já não são poucos normalmente) pra driblar minha hipersensibilidade do momento... Ainda não sabemos o sexo, eu estou curiosíssima pra saber...mas acho que só daqui a umas seis semanas, pelo menos!! Guenta, curiosidade!!

Além de assuntos ligados à gravidez, que têm manipulado minha atenção nesses últimos tempos, meus interesses se voltam para o campo da cultura. Sou uma apaixonada-maníaca-compulsiva por literatura, cinema, música, teatro... então tb vou reservar espaço aqui pra comments nesse campo. E quem tiver uma opinião diferente, é só botar a boca no trombone...o espaço tá totalmente liberado! Viva a democracia!

Acho que tá bom pra uma primeira apresentação... aos poucos vou contando mais histórias por aqui, pra quem tiver paciência de ler...

 

Bom, estou agora na décima quinta semana de gravidez e acho que estou entrando em um 'período de calmaria'. Os enjôos deram uma trégua, o cansaço diminuiu e estou me sentindo bem mais disposta... :-) A única coisa que continua é o sono... tô dormindo demaaais!! Alguma grávida de plantão que me diga se tb foi assim com vcs? Tá certo que eu sempre gostei de dormir, mas nos últimos tempos...tá louco!
Agora é criar vergonha na cara (!) e ir atrás das atividades que eu já estava programando desde o começo da gravidez:
- yoga para gestantes (tô procurando um lugar que tenha turmas exclusivas para gestantes e que seja relativamente fácil de chegar da minha casa... duas variantes que tão difíceis de combinar...rsss!)
- caminhadas no parque da Independência (o cúmulo da falta de vergonha na cara: moro no Ipiranga há um ano e meio e fui andar no parque umas três vezes, no máximo!)
- nadar (piscina dando sopa no prédio e eu com preguiça...não dá, né?)
Portanto, daqui pra frente, muito agito por aqui!!
Mas bem que o tempo podia colaborar e trazer um solzinho pra dar um gás a mais pra começar com tudo isso, né? Pô, São Pedro, dá uma forcinha aí... eu sou uma leonina convicta, me alimento de luz e energia solar!!
Chegando por aqui... me adaptando... sou totalmente nova nesse mundo dos 'blogueiros'! Mas aos poucos a gente se acostuma!



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